Quase ninguém sabe que fundei uma sociedade secreta. Eu mesmo só vim a sabê-lo após uma conversa cheia de indiretas e mútuas concessões com Herr Julius Holofernes, autor das tiras com o mesmo nome. O caballeroso amigo pronunciou três palavras e lá estávamos: à beira do abismo, perdidos numa sessão eterna de “Anjos da Noite” acompanhados por um moço junkie e blasé vestido de Johnny Depp (muito, mas muito gel na cabela).
Quando a Rua Augusta se torna um recanto propício à imediata imanentização do Eschaton (o adiantamento, mediante cartão VISA, do fim do mundo; a consumação súbita de todas as coisas e de todos os desejos), lá está a recordista de menções nos diários do Boddhisattva da Vingança, a musa desconhecida dos 5 dólares perdidos. E tudo enfim se consumou com gosto de cigarros apagados; cinzas de propósitos mortos sopradas sobre o que somos de despertos.
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Wann wird es geschehen, das herzliche Ende des Menschen? Wenn es unmöglich ist, ‘was zu sagen… ‘was aus Deiner Lippen zu stehlen (und noch was zu stehlen: Küsse). Dazu die Leute, die man ‘Chaoskinder’ nennt… ‘was Unvorstellbares… Die letzte Küsse (Gal, Du trinkst gar eine Menge!)… Beute- und Prunkworte vor allem…
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Se fores cobarde o suficiente para escrever como Louis-Ferdinand Céline; ao menos faze uso do ponto-e-vírgula.
Escrito por , postado em 3 de março de 2010 às 22:11, arquivado em Caolhices e com as tags memórias do subsolom. Deixe um comentário ou veja a discussão em permalink.
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