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Domingo bem aproveitado (até agora), encerrando com jazz escandinavo e dor de garganta (13/09).

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Mortos-vivos são patéticos.

Meus piores pesadelos são freqüentados por adolescentes pálidos que passam a madrugada lendo textos sobre a “missa tradicional”, Lefèbvre e o Código de Direito Canônico revogado.

Estou para fazer uma refilmagem de “Thriller” substituindo os zumbis por sedevacantistas.

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Não deixem de conferir periodicamente as atualizações do blog do Érico Nogueira. A qualidade está para além dos blogs.

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Estou especialmente chocado com os juristas brasileiros. Além de terem desaprendido a escrever – se é que algum dia souberam mais do que fazê-lo conforme a gramática e os moldes barrocos -, agora inventaram de dispensar a pesquisa. Se quer saber algo sobre algum assunto, você terá praticamente de pesquisar por conta própria, interpretar, perder muito tempo, porque não encontrará nos livros mais do que já está no Código, nos livros anteriores (não nos clássicos, que deixaram de ser citados) e na auto-referente jurisprudência. E o pior: de maneira confusa.

Tenho essa experiência no momento: escrevendo um artigo sobre direito de superfície, descobri que a breve literatura sobre o tema escrita em português do Brasil não me diz quase nada além do que eu mesmo, sem eles, já sabia só de “orelhada”, como diz alguém.

Às vezes me lembro de que tivemos Pontes de Miranda e Teixeira de Freitas. Mas só com esses dois não dá pra viver. Ou apostamos numa nova geração que seja pelo menos medíocre, ou seremos obrigados a nos acostumar com o copy-and-paste.

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my nose plays free jazz. end of it. hey chambers.
thas thee end of it.

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Compaixão com os interesses que cresceram nos anos 80: computadores ultrapassados, globos de luz, lugares que vimos em sonhos, milhafres, a festa distante que você ouviu de noite e ela não existia.

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Em prol da incomunicabilidade, salvaguardados a analogia e os bons costumes.

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O primeiro livro que você leu já foi reler.

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Caro Apolo,

Você pensar que eu e ela formávamos um casal comum pune-se com pena de morte.

Att.,
O autor

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Poetas que não escrevem, biografias, lendas-que-não-chegaram-a-ser.

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Septemberabend; traurig tönen die dunklen Rufe der Hirten
Durch das dämmernde Dorf; Feuer sprüht in der Schmiede

Noite de setembro; os escuros chamados dos pastores ecoam tristemente
Pela aldeia crepuscular; fogo crepita na forja.
(Landschaft, Georg Trackl, trad. ad hoc)

Postado por julio lemos, postado em 13 de setembro de 2009 at 16:59, filed under Geral. Faça bookmark de permalink. Siga os comentários RSS feed for this post.

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8 Comments

Manda bala

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