Sharavs anput, parasamgate: uma nova cura para tumores malignos na cachola. Como sempre, um engodo.
O budismo é a maior fraude intelectual que já houve; não à toa constitui a mais rasante referência tácita ou expressa de famosos perpetradores de hoaxes: William S. Burroughs, Timothy Leary, Robert Anton Wilson, Susan Sharandon, Bruna Lombardi e Soninha.
Estou para ver veneno (veja bem, ver veneno) pior to a boy’s empty mind do que o budismo em todas as suas escolas, do Grande Veículo à Lambreta das 11 Very-Unconvenient Ass-Washing-Perfections.
Por isso desde 1999 tenho dito: Buda, vai delícia pra putaqueospariov. Meu insulto estilo mail-box não é novidade. Ele repete os japoneses das famílias Taira/Minamoto com suas katanas de fogo (muito depois da morte do Imperador Toba) — prenúncios tardios do Mandiopã de domingo e, naturalmente, do Specter Man. Essa superstição de “maconheiros do Nepal” entrou no Japão em 522 anno Domini, via Coréia, e desde então não temos dormido bem.
Mais sobre as vantagens de uma sessão de RPG após a maturidade [...]
* * *
E sim, um satori do mal ao ler Tristram Shandy, o homem mais espiritual da Europa, pregador incansável, maloqueiro de boas maneiras para consumo individual (p. s. a Moo deixa Maa, para aqueles que sabem ler nas entrelinhas).
Vocês pediram uma mensagem, e aí vai a mensagem: não se vendam ao Império Romano-Germânico. Não se preocupem com a inteligibilidade: o Sol é mais claro, por isso mais escuro, do que o caos e a ingratidão. Vale citar um poema do e. e. cum-with-mings:
the Cambridge ladies who live in furnished souls
are unbeautiful and have comfortable minds
(also, with the church’s protestant blessings
daughters, unscented shapeless spirited)
they believe in Christ and Longfellow,both dead,
are invariably interested in so many things-
at the present writing one still finds
delighted fingers knitting for the is it Poles?
perhaps. While permanent faces coyly bandy
scandal of Mrs. N and Professor D
….the Cambridge ladies do not care,above
Cambridge if sometimes in its box of
sky lavender and cornerless, the
moon rattles like a fragment of angry candy
This entry was written by , posted on 17 de janeiro de 2010 at 16:20, filed under Acaba com ele and tagged drogas, fora Buda. Leave a comment or view the discussion at the permalink.
Autores que nunca rimaram. Porcelana estragada. O dia em que fomos os dois no carro, luzes apagadas, vento-Sul confirmado, amizades não-socorridas. Vaneska Santos de Rezende desaparecendo de bêbada. Roubada pela Marina Dias. Estelionato! Salve! Agradeço a Júpiter pelas oportunidades perdidas: foi lindo, valeu mesmo, beijos. Atacar Quilliam Burp Oz de madrugada é covardia. Confiram a nova linha da Meursault: trajes de banho, bonecos árabes, tonturas na praia e semi-automáticas (quantos tiros foram? quaquaquá). Thomas Brownie: torrou o seu, foi pra casa pedir mais.
Pelas almas do Fegfeuer, aos esquecidos ponta-esquerdas que há por aí, aos ricos e famosos, ao Zidane.
* * *
O diálogo foi mais ou menos assim:
J.: Já vai tarde.
V.: Tchau, beijos.
J.: Ei, volte aqui!
V.: Beijos!
J.: Shit forever! (Shazam!)
* * *
Para cada ortodoxia, 23 23/23 heresias.
Não há ortodoxia em matéria política; social; administrativa; esportiva; artística (inclusive em moda, ars minor sed ominis* plena – omen absit!); etc. Chamam-se fanáticos os que acreditam em ortodoxia nesse âmbito, tão ∞ quanto qualquer outro ❝∞❞.
1. Se T prova P, então T prova ProvA(P).
2. T prova 1.; ou seja, T prova que se T prova P, então T prova ProvA(P).
3. T prova que se T prova que (P → Q), então T prova que a atestabilidade de P implica a atestabilidade de Q.
—-
Ps. (*) Ominis, não omnis e muito menos hominis. Vai ser burro assim lá no Taiti, ow.
This entry was written by , posted on 15 de janeiro de 2010 at 18:40, filed under Acaba com ele and tagged matemática foda, nazismo. Leave a comment or view the discussion at the permalink.
Uma vez tocado pela verdade, prisioneiro dela. A tua vida define-se por ela — de uma vez por todas as vezes. Que sinais lhe transmite a Rádio? Possuíste um receptor no passado? As almas vêm e vão.
E então dizes: love her not.
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Tauftauf thuartpeatrick, escreveu Joyce na primeira página. Tauf, do verbo taufen, batizar. O batismo introduz o nome do acólito em Patrick – aquele que trouxe Christo à Irlanda. E quando chega o dia, as pessoas bebem mais ainda; há novos batismos; as flores entram em sintonia com os homens, inundam-nos de verde e pretendem argumentar, talvez com sucesso, que a natureza é também sustentada pelo Ser. Aquele que não conhece, nem admite, despedidas.
Paulo Francis ainda tem saudades. Acendo mais um cigarro: o quarto do dia, o quarto do filho. Pelas almas do Facebook! Pergunte ao caolho, que cumprimentava as pessoas dizendo: você não sabe o que mais andou fazendo esta mão.
Hail a Horácio, que ficou apaixonado por três mulheres e não escolheu nenhuma. Pulou da barca; pediu ao barqueiro o óbulo que dera em estado de graça (repetição de indébito). É possível desertar da deserção: os desertos voltam e vêm, alimentam vazios e oferecem oásis, miragens, areia no rosto.
Não fora Goethe a dizer crìpticamente, aproveitando passagens obscuras da segunda parte do Fausto, digo ao povo que fico?
This entry was written by , posted on 12 de janeiro de 2010 at 10:16, filed under Acaba com ele and tagged criptogramas, sentimentalismo. Leave a comment or view the discussion at the permalink.
A ponto de dizer que quem não usa escapulário é retardado, exceto em casos de ignorância invencível. Capiche?
Quase tão retardado como levar a sério coisas como o Da Vinci Code. Há momentos em que a inteligência parece ter abandonado o Universo e nos deixado sozinhos com coisas simpáticas como o Eu Absoluto e a Imanentização do Schaton.
E quem não se sente burro parece também estar no mesmo deserto. Alguns livros nos deixam menos imbecis e outros reforçam essa condição repleta de candura. Seleção, brother. A burrice é uma espécie do gênero fanatismo.
Aproveitando uma conexão medieval: a inteligência (quando está em ato) constitui uma habitual disposição de adaptação analógica da mente às coisas. O critério são as coisas; a mente mede, mas é antes de mais nada medida. A capacidade de pensar analogicamente, salvando identidades e diferenças, é uma espécie de índice de aproveitamento intelectual. Um gênio filosófico será alguém capaz de levar essa disposição – por natureza algo extremamente prático – ao patamar da teoria. Filósofos se fazem com biografias.
Diga-me o que é isso:
Acarus, carpal, carpus, casual, causal, craals, cyprus, lascar, lauras, layups, parlay, pascal, pausal, playas, pulsar, rascal, sacral, salary, scalar, sprucy.
Mais do que evidente: um anagrama (-3 letras) para a palavra scapulary. Sejam felizes.
This entry was written by , posted on 7 de janeiro de 2010 at 8:38, filed under Acaba com ele and tagged estupidez, fanatismo. Leave a comment or view the discussion at the permalink.
Steve Jobs deve ter um pacto com o demônio. Depois que ele entrou na minha vida com o seu MacBook sedutor, o mundo desabou. Mas fique claro, Mr. Jobs, que quem assinou contrato com aquele ser ctônico hijodeputa foi usted.
COMOFAS, joga o Mac pela janela? Eu estou no térreo.
Fosse o caso de nos darmos as mãos, de nos coroarmos de rosas e despencar em algum tipo de paraíso-estacionamento particular, [...]
* * *
Chegamos ao pub às três da manhã e tanto o gerente como os garçons nos esperavam ao meio-fio, mezzo inclinados, mezzo calabreza.
À meia-noite termina o romantismo e estão todos a chamar as suas mães de senhoras. E melhor para nós, que temos mamãs jovens: não somos obrigados a, cabalisticamente, usar a expressão “minha velha genitora”. Você se sente confortável?
Para os atenienses foi uma experiência nova, comparável à da heroína e do pneumotórax, a visão daquela obscura nação formada à sua sombra / como formigas do vale do Pó / a subjugar a poesia com armas e direito romano.
Supertrunfo: Poetas Ingleses.
Acabo de descobrir que o único romance que comecei, terminei e depois joguei fora estava num disquete, a última cópia de que tive repentina notícia. E que esse disquete, como todos os disquetes de 1995, parou de funcionar. Grande notícia do dia. Adieu retriutga, farewell, auf Wiederschau!
Comecei a escrever “A volta de retriutga” em 2006 – uma novela destinada a habitar apenas o FILE NOT FOUND da inteligência divina. Plotino ascende ao Uno no ano de 224 d.C. O dia ignoro.
Escrever para chocar é o mesmo que mentir numa entrevista de emprego. Você pode até esquecer-se de que está mentindo; o entrevistador já entoara o seu “próximo!” mentalmente há muito tempo.
Feliz Nova Dieta destina-se a um público de alma jovem, punk e aristocrático ao mesmo tempo, que (i) ama assuntos sobre os quais não é lícito escrever, (ii) busca a virtude bebendo em quantidades variáveis, (iii) tem uma quedinha pela Audrey Hepburn e (iv) não se vende, NEM A PAU, ao Sacro Império Romano-Germânico.
This entry was written by , posted on 22 de dezembro de 2009 at 8:26, filed under Acaba com ele and tagged Audrey Hepburn, humour, ordem. Leave a comment or view the discussion at the permalink.
é um retardado. Sem mais.
This entry was written by , posted on 14 de outubro de 2009 at 12:44, filed under Acaba com ele and tagged mental disorder. Leave a comment or view the discussion at the permalink.
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